02 novembro, 2016

Saudades...


Há dias em que as saudades apertam, de tal maneira que parecem rebentar o peito... Tenho saudades do porto de abrigo que era o colo do meu pai e da palavra sempre sábia da minha mãe. Quantas e quantas vezes não dou por mim, num gesto automático, de telefone na mão, pronta a ligar para casa, seja para contar a última novidade, para um simples desabafo, pedir um conselho ou apenas dizer olá... Os pais deviam ser eternos!

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